x fechar

em breve novo site!
cadastre-se para saber
em primeira mão.

enquanto isso confira as
datas e o diário de viagem da

Entre Portugal e Alemanha, apareci…

18 de julho de 2017
Show em Düsseldorf no último domingo (foto: Thomas Rütter)

Salve, rapa, demorei, mas voltei.
Os últimos dias foram corridos, ficamos trancados no estúdio montando e ensaiando o show para o lançamento do projeto “Língua Franca”, que ocorreu no festival SuperBock SuperRock na última sexta-feira (14). Foi foda (aliás,  obrigado pela energia de todos), bem divertido!

De lá já voamos (literalmente) pra Frankfurt. De Frankfurt pra Koblenz, onde tocamos no festival Horizonte (fez 16 graus, ou seja, não me desrespeite chamando isso de verão, ok? Te amo, Cuiabá, vc sim sabe fazer calor). De Koblenz (no dia seguinte ainda estava frio) partimos para Düsseldorf.

Chegamos chegando e montando os equipamentos, pois o show seria em algumas horas. Baseados numa dieta de suco de maçã, pizza quadrada e um negocinho tipo Bavarian Nuts (mas sem o Bavarian, ou sei lá o verdadeiro Bavarian, por isso num precisa dizer que é Bavarian hahaha).

Mano, que show foda, Düsseldorf, foi emocionante, postei no Stories, foi muuuuito foda!
Ficamos o resto da noite por lá e seguimos rumo a Lisboa, que é onde estamos agora, fazendo algumas entrevistas para promover o próximo concerto, que ocorre no Music Box nesta quinta!

Vamo que vamo, quando cantar um wifi, eu chego postano!

Ubuntu!

Saudações maloqueiras!

10 de julho de 2017

Mais uma vez estamos girando pela Europa. Ano passado eu já havia me emocionado, pois é foda você chegar tão longe de casa e encontrar seu disco traduzido pro inglês (obrigado, Sterns Music, Sony de Portugal, Laboratório Fantasma International Flights!!). Mil coisas passaram pela minha mente. Alegria monstra!

Este ano estamos passando por algumas cidades onde eu nunca havia colocado os pés. Rudolstadt, na Alemanha, foi uma delas, e que surpresa incrível, que energia incrível! Estávamos bem cansados devido às viagens anteriores _nosso voo fez escala em Casablanca, no Marrocos_,e a energia das pessoas na plateia foi revigorante.

Poucas pessoas falavam português, foi foda vê-las pulando de cabeça na nossa história e se sentirem parte dela. Na hora que cantei “I love quebrada” quase chorei (eu era o neguim vendo tudo do lado de fora, emocionado com o baile, carai, olha agora…). É melhor do que um sonho, bem melhor, pois é real!

Obrigado a todos que nos acompanham. Vou dando um salve por aqui a cada vez que achar um wi-fi que me ajude pois o plano de dados do pai é nível sofrência master plus advanced premium. Muito amor.

A rua é nóiz.
Cambio desligo.

Bitnami